001 / o que faço

Constróis o negócio. Eu construo a coisa que ele precisa.

Miguel Ferreira

Sites, apps e ferramentas internas. Feitos à medida do teu caso, entregues a correr no teu dia a dia, e mantidos depois — porque o que ninguém mantém deixa de funcionar sem avisar.

Sem compromisso · digo-te se não compensa

002 / para que serve

Duas coisas. Não faço mais nada.

Se o teu caso não for um destes, digo-te logo na chamada e ninguém perde tempo.

01

A coisa de um momento

Um casamento, um lançamento, uma campanha, um concurso. Alguma coisa vai acontecer e precisa de um sítio na internet que funcione bem no dia. Tem princípio, meio e fim.

02

A ferramenta do dia a dia

A operação que hoje vive num Excel, num caderno ou num grupo de WhatsApp, e que já ninguém consegue seguir. Passa a ser uma app que se abre todas as manhãs.

Automação e agentes entram aqui dentro, quando forem a resposta certa ao teu caso. Não os vendo à parte.

003 / como funciona

Quatro passos, e sabes sempre onde estás.

  1. 01

    Uma chamada de trinta minutos.

    Mostras-me como fazes hoje, com que ferramentas, e o que te está a custar tempo ou dinheiro. Faço perguntas, e a maior parte delas não é sobre tecnologia.

  2. 02

    Digo-te o que faz sentido.

    O que dá para construir, o que não vale a pena, e quanto fica no teu caso. Se não compensar, digo-to — é mais barato para os dois do que descobrir a meio.

  3. 03

    Construo a coisa mais pequena que resolve.

    Não a maior que consigo imaginar. Vais vendo enquanto cresce, e podes mudar de ideias enquanto ainda é barato mudar.

  4. 04

    Fico a mantê-la.

    O que ninguém mantém deixa de funcionar sem avisar. Quando a coisa é para viver, fica comigo — e falas sempre com quem a construiu.

004 / quem sou

Sou o Miguel, e construo isto sozinho.

Não sou uma agência e não passo o teu trabalho a ninguém. A pessoa com quem falas na chamada é a mesma que escreve o código e a mesma que atende quando alguma coisa parte.

Pego em poucos projetos ao mesmo tempo, de propósito. Prefiro entregar três coisas que continuam a funcionar do que dez que ninguém mantém.

E digo que não com facilidade. Se o teu caso ficar melhor servido por uma ferramenta que já existe, ou por outra pessoa, prefiro dizer-to do que fazer um trabalho morno.

005 / perguntas diretas

O que costumam perguntar-me antes de marcar.

Quanto custa?
Depende do caso, e é por isso que não tenho tabela — não vendo o mesmo a toda a gente. Na chamada percebo o que precisas e digo-te um valor. E digo-te também quando não compensa.
Quanto tempo demora?
Também depende. Uma página é uma coisa; uma ferramenta com contas, permissões e dados a sério é outra. Prefiro dar-te uma data depois de perceber o problema do que um número agora que não vou conseguir cumprir.
Trabalhas com quem já tem site ou sistema a funcionar?
Sim, e é o mais comum. Quase nunca se começa do zero: há um Excel, um site antigo ou uma ferramenta que já se usa, e a maior parte do trabalho é ligar-me a isso em vez de mandar tudo fora.
Depois de entregares, fico sozinho com aquilo?
Só se quiseres. O código é teu e podes levá-lo para onde entenderes. Mas se preferires, fico a manter — é o que a maior parte das pessoas escolhe, porque software que ninguém toca vai apodrecendo em silêncio.

006 / próximo passo

Traz-me o teu caso.

Marcar a chamada

Trinta minutos. Mostras o que precisas, digo-te o que dá para fazer e se compensa. Sem compromisso.

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